sexta-feira, 6 de abril de 2007

Acabôôô, á-cá-bô.

É engraçado como tudo acaba. Não em um sentido dramático, mas se vocês pararem por um momento e olharem ao redor, entre outras coisas, vão perceber que tudo está sempre constantemente acabando.
Acaba a paciência, o dinheiro, a quarta temporada de l word, os filmes no cinema, a comida acaba, o tempo, a vida, o encantamento pelas palavras e até o amor.
Porque isso tudo acaba? Pergunte a Deus, ou Morpheus, ou a quem quer que seja. A questão não é o motivo disso tudo, é como isso modifica nossas vidas mesmo sem a gente perceber.
Se algo acaba, obviamente, começou algum dia. O Começo também faz parte (é aquela teoria de que a gente nasce pra morrer) e eu estive pensando nas coisas que quero que acabem e as que já deviam ter começado a muito tempo.
Doenças ridículas como catapora, dengue, tuberculose e sarampo não deviam nem ser conhecidas a essa altura de “desenvolvimento”. Igualmente, a fome deveria ter sido abolida, expulsa impiedosamente da terra a muuuuito tempo e deveriam existir clínicas de reabilitação pra gente preconceituosa e corrupta. Outra coisa bastante importante que já deveria ter acabado é a minha preguiça(impressionante como eu nunca chego na hora por causa disso) e de certa forma, timidez, que talvez estejam ligadas à inércia brasileira.
Maneiras VERDADEIRAS de combate à poluição deveriam ter começado antes de eu nascer, eu deveria começar a fazer as tarefas de casa, a deixar minhas coisas em ordem, e a parar com essa coisa de chamar todo mundo de otário só porque eles (os supostos otários) só têm cerveja e sexo na cabeça. Deveria visitar mais as minhas avós e meu avô, parar de ser meio noiada com certas coisas e quem sabe até de ser tão crítica.
De qualquer maneira, esta foi uma autp-reflexão meio confusa, que como todas as coisas no curso normal, começam e acabam.
E aqui acaba meu texto.

2 comentários:

Shee disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
amanda? disse...

atualiza isso, isabella.